sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

DIA A DIA



Nesse mês , por incrível que pareça, toquei muita música instrumental!


O “incrível” vem do fato de constantemente estarmos fazendo trabalhos diversos, de diferentes níveis de dificuldade e prazer na execução.

Toquei ontem com a HB BIG BAND ao meio dia no Centro Cultural São Paulo e à noite no bar Jazz nos Fundos com o São Paulo Ska Jazz. Sons totalmente diferentes, mas com a mesma intenção e modo de pensar. Tocar o arranjo exato,executar com precisão, mas com a liberdade jazzística inerente às propostas das bandas.è sempre um exercício de criatividade. Como tocar diferentemente cada parte, cada acompanhamento de solo¿

São questões que se resolvem com “ouvir”, ”estudar” e “tocar junto” com bandas dessas formações e concepções.

Por vezes toco em situações nas quais devo ler exatamente o que está escrito, acompanhando com sutileza e simplicidade, e em outras criar elementos e “climas diferentes” pra cada solista.

É essa diversidade que me fascina! A cada dia um leão a ser abatido, mas também uma nova situação pra se encarar!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

GRAVANDO COM ROGERIO VIEIRA

(Rogerinho Vieira)

(eu e o Natto canetando o arranjo!)




(Natto e Edinho cruz)

(Hedio ao centro)


(Ariely Bonatti)



NESSE FIM DE SEMANA ESTIVE NO RIO DE JANEIRO GRAVANDO AS BASES DE DUAS PRODUÇÕES DO ROGERIO VIEIRA.UMA DELAS FOI O CD DO AMIGO HEDIO MATARUNA QUE ESTÁ MUITO BACANA, COM UMA SONORIDADE ROCK AND ROLL COM  MELODIAS E ARRANJOS BEM ELABORADOS.

A SEGUNDA FOI DA CANTORA ARIELY BONATTI DE CURITIBA NUMA ONDA PENTECOSTAL POP.

A BATERA (MAPEX SATURN SERIES) NÃO ERA A MINHA GRETSCH (rs!) MAS ESTAVA COM UM BAITA SOM.EDINHO USOU UM SET DE MICS MISTO COM:

*SUNRISER NOS TAMBORES , SENDO O 604 NOS TONS E O 421 NOS SURDOS
* SHURE SM 57 NA CAIXA E NA ESTEIRA UM SUNRISER 604
*OS OVERS ERAM DOIS AKG C 1000
*NO CHIMBAL UM SHURE SM 91 CONDENSER
*NO BUMBO UM AKG D112 E DE AMBIÊNCIA FORAM DOIS AKG 414


GRAVAMOS NO SUPERNOVA STUDIOS COM NADA MENOS QUE EDINHO CRUZ NA TÉCNICA E MARCOS NATTO NO BAIXO.AI VAI UM VIDEOZINHO DA GRAVINA.

ABRAÇOS

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

REFERÊNCIAS


Na música bem como em muitas outras áreas quase sempre temos referências a seguir. Vamos fazer um som “naquela onda”, ou “esse cd vai ser numa linha mais do fulano”.

Em muitos trabalhos nos dão exemplos e direções para se ter um melhor resultado e visualizarmos o resultado que se espera de um músico no estúdio.

Realmente gosto quando me dão uma referência, pois penso que, ao fazer isso o arranjador, ou o cantor ou o músico, sabe ao certo o que quer. O problema é que nem sempre as diretrizes correspondem ao real som que encontramos na hora de gravar.

Já me disseram assim: ”Ramon, o som vai ser bem na onda da Norah Jones, com bateria jazzy, muita vassourinha e tambores menores com afinação alta.”

Kkkk.. tudo completamente ao contrário!!!

Quando cheguei o técnico sisudo me disse: “Bateria com tambores pequenos hein!”

Respondi que era o que haviam me pedido. Mas quando comecei a passar o som o fulano disse novamente: “cara esses tambores são pequenos, não tem grave!!Abaixa a afinação ai!!”

Minha vontade era gritar: “O nego, fala com educação senão te mando praquele lugarzinho bacana!”

Mas a educação e a paciência necessária nessas horas tomaram a frente e disse; “ok, vamos tentar!”

E percebi também que se a referência fosse realmente Norah Jones ele não teria o know how necessário para fazê-la.

Havia levado minha Gretsch American Custom com bumbo de 20 polegadas, tons de 10 e 12 e surdo de 14 polegadas, mas o “clima” do “cidadão” me fez parecer que a batera não tinha som de nada, que faltava grave e tal.

Ele chegou a dizer: “Liga pra “ciclano” que ele te aluga uma bateria!”

Por pouco não mandei o cara à merda! Mas me controlei e pensei que se a referência estava errada precisaríamos achar a solução. Então abaixei bastante a afinação, abafei levemente os tambores e chegamos num meio termo, mesmo após o mal estar inicial.

Continuo perguntando ao arranjador sobre o tipo de som que vamos gravar, mas tento levar um kit no “meio do caminho” pra que no caso de a referência estar novamente errada, poder me virar e não ter que mover montanhas pra achar o som certo!

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

UP AND DOWN STROKES


Muita gente tem me perguntado sobre a técnica do up and down strokes e em resposta a essas pessoas interessadas começo hoje uma série de postagens sobre essa técnica.


Logo esclarecendo uma pergunta freqüente digo que não inventei essa técnica, apenas aplico de uma maneira que talvez seja única ou pouco divulgada.

Comecei a aplica - lá quando estudei o método do grande Gene Krupa.

Nele o autor exemplifica essa técnica através de fotos onde ele aparece tocando num pad de estudos. Ele ressalta a importância de movimentar bem os braços a mãos e o punho.

A partir daí comecei a tentar aplicar de uma maneira mais rápida e conseqüentemente mudando um pouco o movimento das baquetas nas mãos.

Nesse conceito a ação das baquetas fica menor, e o movimento se concentra nos dedos e como que fazendo um pêndulo com os dedos você aproveita o rebote da baqueta.

Inicie bem lentamente pensando e exagerando um pouco a articulação e aos poucos toque colcheias, tercinas e semicolcheias sempre com um metrônomo.

ESPERO AJUDAR!
ABRAÇÃO
Veja os vídeos postados no youtube:




NA BATUCADA DA VIDA EM BRASÍLIA


Nos dias 05,06 e 07 tocamos o show na Batucada da Vida em Brasília, no Teatro da Caixa.
Foram tres dias com casa lotada e o público vibrando junto.
na foto de cima a banda:
Marcos Paiva, yo,chico macedo e Ogair Junior.
Dias 27 e 28 desse mês também estaremos no teatro slavador Arena em São Bernardo do Campo no ABC.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

GRAVANDO COM MARCIO CINTRA


(Pr.Gideoni , Marcio e yo)

Nessa terça e quarta gravei o cd do Pr Gideoni da Comunidade Renenção de Jaboticabal.
Pop Rock com caractrísticas de Coldplay e Dire Straits.
Gravamos com a produção de Marcio cintra em seu estúdio em Ribeirão Preto.
Não era a Minha Gretsch(rs) mas a Premier XPK de 94 estava com um som bem bacana!
Arranjos bacanas e sonoridade boa!
usamos um set up de microfones praticamente todo da AKG
com tons e surdo com o D440,bumbo com D112 e D550,
no chimbal o C414 condenser,
na caixaalém do D440 tinha tb um Shure Beta SM 58 na esteira e de over um par de condensers 417 da CAD.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010