quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Obrigado moçada!!

Gostaria de agradecer às pessoas que seguem e comentam esse blog..
Obrigado pelos mais de 10.000 acessos!
Continuem acessando e comentando!
Feliz 2011 pra todos!

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

sábado, 25 de dezembro de 2010

Gravando no Estudio 12









No dia 23 gravei o novo trabalho da cantora Leila Francieli no Estudio 12
no jaçanã em São Paulo.
Uma produção da Salluz de Paulo Cesar Baruk e com ótimos arranjos do amigo Sergio Piacenti
o trabalho é de excelente qualidade e com ótimas músicas.
O clima da gravação foi bem divertido e o som da bateria ficou grande.
Por motivos logísticos não usei minha Odery, mas usei um Yamaha Recording Custom clássica muito boa também.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Gravando no Estúdio Sambatá



Sábado gravamos mais um projeto do Guga Stroeter.Foi a releitura do cd ^"Canção do Amor Demais", com arranjos de Dino Barioni.
No baixo acústico Noa Stroetter e na técnica o Gabriel Spezziane.
Filmei umas coisinhas do IPOD.Até uma faixa de vassourinha com a mão direita enquanto filmava com a esquerda.Não repitam isso em casa!!rs

domingo, 19 de dezembro de 2010

Pitacos alheios



 Uma outra situação extremamente irritante ocorre quando o técnico de som desinformado se atreve a “pitaquear” no arranjo. Nada contra isso, desde que tenha fundamento e que seja feito com propriedade. Mas quando ele para de gravar no meio da musica e, por conta própria diz: ”cara, vamos fazer a boa?” .
Nada contra refazer, mas desde que realmente não esteja bom, ou que não seja a concepção certa, ou enfim, desde que o produtor me peça!
Realmente não me importo com isso. Muitas vezes é refazendo que se chega ao resultado que o arranjador imagina. Mas parar a gravação sem ter critério é complicado.
Quando o técnico é também músico a gravação flui ainda melhor, pois as paradas, partes das músicas e os pontos de emenda estão debaixo dos dedos. O conhecimento musical do técnico filtra a vontade de pitaquear à toa.
E acho que o que mais me deixa “tíizico” é perder tempo à toa.Gravar com calma, ouvindo bem as coisas,repensando o arranjo é uma coisa, perde tempo com motivos extras me faz envelhecer cinco anos em cada sessão.
Devo parecer chato, mas de repente sou mesmo! Mas objetividade é fundamental!
Chegar no estúdio e saber o que se tem pra gravar, com partituras organizadas, ou ao menos um arranjador que sabe o que quer e sabe transmitir suas idéias, encontrar equipamentos que funcionem e ter um bom técnico . Tudo isso somado a um clima bom e um produtor que não te dê calotes. Não tem preço!
Às vezes acho que isso é querer demais.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Irritabilidades

Existem coisas que realmente irritam dentro de um contexto de gravação. Muitas delas poderiam ser inseridas no fictício “Hall das Situações Normais em um Estúdio”, mas muitas vezes e talvez devido a certa experiência que vamos adquirindo com a vida, nos irrite um pouco.

Uma delas ocorre quando o arranjador, provido de bom senso e animosidade começa a tocar a música para que os músicos ouçam e já sintam o clima do arranjo e do contexto musical. Sugerindo com isso que o arranjo, de base, não estaria fechado e já esperando idéias para a elaboração do mesmo e um dos músicos, talvez pela pouca experiência ou a falta da mesma, começa a cantarolar possíveis idéias, que não são de base, simultaneamente ao arranjador. Sua voz se torna mais alta do que a do arranjador e acaba atrapalhando os outros músicos que tentam ouvir e colaborar com idéias, tendo como base referências sugeridas e principalmente aquela “tocada” do momento.

A educação e os bons modos nos impedem de dizer: “Porra, cala a boca e ouve!”.

E assim fazemos de conta que os nervos estão frouxos e a aventura continua....

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Tempo de mudanças


Na vida necessitamos de mudanças que nos forcem a encarar novas situações e perspectivas. Deixar nossa “zona de conforto” é difícil mas sempre produtivo. Deixamos de dominar algumas coisas e passamos a não saber nada em outras e nos vemos de novo como numa sala de aula.
Porem quando mudanças vem em largas doses pode gerar dúvidas e pensamentos nostálgicos. Nos vêm as peguntas se realmente chegou a hora certa,se não nos precipitamos e se realmente o saldo final será positivo.
Sempre fico ancioso com mudanças e chego a me precipitar em ter pensamentos negativos. Mas o sabor de coisas novas “no ar” me traz ãnimo e aquela sensação de que o “que teria de se feito pra começar a melhorar aconteceu”.
Nesse ano começo a fazer o bacharelado em música na FITO em Osasco. Depois de “balzaquiano” resolvi estudar regularmente de novo! E as novidades não se resumem a isso! Estou estudando e praticando a mistura das percussões no set e me “embrenhando” em usar elementos eletrônicos como SPD-S, LIVE, Lauchpad e afins.
Voltei pra Odery e quem sabe o Brazilian Duet novamente. Isso pode  me fazer “pregar a bunda” no banquinho, ou, no cajon, e estudar como louco novamente!
Estou de partida oficial de Campinas City para São Paulo.
Emfim, muitas mudanças em pouco tempo.
Mas são as escolhas…
Tenho que ”dar conta”!

De volta pra casa


Durante nossa vida musical ,seja como iniciantes ou amadores, como músicos que buscam a excelência ou apenas satisfazer a si mesmos e seus amigos no ensaio semanal, sempre sonhamos com as melhores marcas e equipamentos.
Sonhamos em ter a melhor bateria ou o mais moderno teclado, a mais vintage das guitarras e o melhor programa de gravação de audio. Somos movidos pelo melhor e pelo mais moderno. Enfim, buscamos realizar nossos sonhos através da música e de seus instrumentos.
Quando nos tornamos profissionais esse critério não muda e digo ainda que se aperfeiçoa. Procuramos o instrumento com o melhor timbre para cada situação na qual nos aventuramos,seja em estúdio , ao vivo ou na televisão. O instrumento se torna nosso provedor de qualidade musical e principal veículo de transmissão da nossa música. Nós instrumentistas dependemos 100% dos instrumentos para a eficácia e clareza das nossas notas e ritmos.
O endorsement na vida do profissional da música deve vir como um reconhecimento natural de suas qualidades musicais, artísticas e também comerciais. O apoio e endosso dado pelos endorsements vem para unir forças e assim fluir numa ajuda mútua. Empresas apoiam e tem suas marcas vinculadas a uma pessoa que de certa forma tem influência ,que cria e dá conceito à marca .
O músico tem suas   necessidades e sonhos realizados, vê seu nome vinculado à uma marca internacionalmente reconhecida,valorizando também assim seu “passe”.
Dessa união nascem bons frutos como boa música, produtos, conceito, melhorias, respeito, amizade, parceria e crescimento.
Estou muito feliz de estar novamente na Odery e sinto que “parceria”, “amizade” e “excelência” são as palavras que definem esse novo tempo.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Gravando com Camila Sasazaki









Semana passada gravamos umas bases do cd da Camila Sasazaki com arranjos de Ricardo Matsuda e o Danilo no Baixo.
Estreiei minha Odery Custom "zerada".
Muito bom!!!

James Morrison - Undiscovered



Música bonita,simples..
com emoção...
bom de ouvir...

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Gravando com Michel Lima





Ontem participei do cd do amigo e pianista Michel Lima no Anjos Estudio em Osasco.
Filmagem do amigo e batera Porpeta.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Fotos de divulgação do HB JAZZ COMBO

Nessa terça passada tiramos as fotos de divulgação para o cd"DUKE'  do Hb Jazz combo.
Primeiro as "oficiais":



Agora as "extras" do meu Ipod...





(Dino e seu "super chinelo" do visual Fake Chic!)




(Estella Cassilati)

quinta-feira, 4 de novembro de 2010