sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Fotos EMT Campinas por Alex Espricigo parte 2
Agradeço aos amigos e grandes músicos Raphael ferreira, Sidiel Vieira, Ogair Jr , Juninho Costa e Aquiles Faneco pela amizade e colaboração.
domingo, 9 de janeiro de 2011
A fábula dos endorsements
Senti necessidade de escrever aqui sobre esse assunto pois sempre me perguntam e às vezes fantasiam coisas à respeito do assunto aqui no Brasil. Digo no Brasil pois realmente não sei como fucionam as coisas lá.
Já se disse muito `a respeito disso, até que músicos ganham salário e etc. Mas prefiro me ater ao que diz respeito à nossa relação com esse assunto.
Você ter um endorsement não significa que a partir disso você conseguirá mais gigs, que cantors(as) ,arranjadores e produtores resolverão te chamar pela sua nova marca de bateria, pratos, baquetas,bags, microfones,sapatinhos e afins.
Essas pessoas te chamam pela sua competência,por trabalhos já bem realizados, pelo profisionalismo nas gigs , e isso inclui seu pontualismo e seu bom relacionamento com as pessoas.
Essas pessoas também te chamam por indicação de outros profissionais que já provaram do seu trabalho e gostaram e por isso te indicam.
O endorsement pode te trazer benefícios ao seu nome enquanto “artista” do instrumento, pode realizar workshops e divulgar seu nome em revistas especializadas e é claro,pode te proporcionar gratuitamente ou com bons descontos os melhores instrumentos instrumentos.
Pode desenvolver instrumentos à medida, modelos assinados e até inovadores. Você pode também desenvolver um mercado de workshops, masterclasses e aulas com o esse apoio.
Mas tudo isso depende exclusiva e totalmente de você. Do seu estudo, do seu empenho e da sua vontade própria. O endorsement não te trará isso de “mãos beijadas”. Ele vem como um complemento e uma coroação do seu trabalho individual, das horas no quartinho estudando, na estrada e nas madrugadas da vida. Você deve fazer por merecê-lo.
Não tente pular essas fases, furar a fila e “se fazer” totalmente em cima do endorsement.
Existem pessoas e profissionais que vivem nesse “mundo” dos endorsements e parecem se importar mais com que marca de baquetas tocará do que se terá uma gig pra fazer amanhã. Vivem em função e em uma eterna busca da marca , ou do “pseudo” status que ela pode te dar.
Muitas das vezes esse endorsement não é feito diretamente com as fábricas e sim com as importadoras, que algumas vezes não conhecem a estória do patrocinado e até com por suas razões se importam mais com as vendas do que com o conceito que o músico pode trazer à marca.
É sabido que o endorsement é individual e exclusivo de cada apoiado e que a ética e o contrato impedem de se auto beneficiar com a compra e venda de instrumentos , mas mesmo assim existem aquelas pessoas que querem tirar proveito.
Sempre me perguntam o que fazer para se conseguir um endorsement e a resposta é sempre a mesma: trabalhe, estude e se esforce ao máximo. Cresça como músico, estude teoria, aprenda a ler e se exponha às diversas situações.
O endorsment deve ser uma consequência e não um fim.
A música deve ser o fim.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Exportando as idéias!
Moçada estou "exportando" meus textos dos marcadores REFLETINDO e IRRITABILIDADES pro site de uma amigo de Porto Alegre.
Quem quiser conferir ai vai o link.
Abraços
www.danielbatera.com.br
Quem quiser conferir ai vai o link.
Abraços
www.danielbatera.com.br
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