segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
sábado, 25 de dezembro de 2010
Gravando no Estudio 12
No dia 23 gravei o novo trabalho da cantora Leila Francieli no Estudio 12
no jaçanã em São Paulo.
Uma produção da Salluz de Paulo Cesar Baruk e com ótimos arranjos do amigo Sergio Piacenti
o trabalho é de excelente qualidade e com ótimas músicas.
O clima da gravação foi bem divertido e o som da bateria ficou grande.
Por motivos logísticos não usei minha Odery, mas usei um Yamaha Recording Custom clássica muito boa também.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Gravando no Estúdio Sambatá
Sábado gravamos mais um projeto do Guga Stroeter.Foi a releitura do cd ^"Canção do Amor Demais", com arranjos de Dino Barioni.
No baixo acústico Noa Stroetter e na técnica o Gabriel Spezziane.
Filmei umas coisinhas do IPOD.Até uma faixa de vassourinha com a mão direita enquanto filmava com a esquerda.Não repitam isso em casa!!rs
domingo, 19 de dezembro de 2010
Pitacos alheios
Uma outra situação extremamente irritante ocorre quando o técnico de som desinformado se atreve a “pitaquear” no arranjo. Nada contra isso, desde que tenha fundamento e que seja feito com propriedade. Mas quando ele para de gravar no meio da musica e, por conta própria diz: ”cara, vamos fazer a boa?” .
Nada contra refazer, mas desde que realmente não esteja bom, ou que não seja a concepção certa, ou enfim, desde que o produtor me peça!
Realmente não me importo com isso. Muitas vezes é refazendo que se chega ao resultado que o arranjador imagina. Mas parar a gravação sem ter critério é complicado.
Quando o técnico é também músico a gravação flui ainda melhor, pois as paradas, partes das músicas e os pontos de emenda estão debaixo dos dedos. O conhecimento musical do técnico filtra a vontade de pitaquear à toa.
E acho que o que mais me deixa “tíizico” é perder tempo à toa.Gravar com calma, ouvindo bem as coisas,repensando o arranjo é uma coisa, perde tempo com motivos extras me faz envelhecer cinco anos em cada sessão.
Devo parecer chato, mas de repente sou mesmo! Mas objetividade é fundamental!
Chegar no estúdio e saber o que se tem pra gravar, com partituras organizadas, ou ao menos um arranjador que sabe o que quer e sabe transmitir suas idéias, encontrar equipamentos que funcionem e ter um bom técnico . Tudo isso somado a um clima bom e um produtor que não te dê calotes. Não tem preço!
Às vezes acho que isso é querer demais.
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